Mito ou Verdade ?

Postador por Francisco Coelho




A primeira carga na bateria do celular precisa levar de 8 a 12 horas ?



Quando você compra um celular novo, fica doido pra chegar logo em casa e brincar com ele, certo?! Virar de cabeça pra baixo cada função, adicionar toques personalizados, fotos, enfim, deixar o aparelho recém-adquirido com a sua cara. É também nessas horas que vem a famosa pergunta: é preciso mesmo deixar o celular carregando por mais de 8 horas na primeira carga da bateria? Antes de dar início às explicações e às respostas para a pergunta, é bom que o usuário tenha conhecimento a respeito de dois assuntos: os tipos de bateria presentes no mercado e quando uma bateria pode ser considerada viciada. Então, vamos às explicações.


Tipos de bateria - São três os tipos de baterias mais conhecidos atualmente:

• Níquel e Cádmio (NiCd) – o uso dessas baterias é mais raro nos tempos de hoje, uma vez que elas são prejudicial à saúde e tem o chamado efeito memória, ou seja, viciam com facilidade;

• Níquel Metal Hidreto (NiMH) – podem ser consideradas uma melhoria nas baterias NiCd. São menos suscetíveis ao efeito memória, além de não serem tão prejudiciais. Ainda é possível encontrar alguns notebooks, câmeras digitais e celulares mais antigos com esse tipo de bateria;

• Íons de Lítio (Li-ion) – são as mais comuns hoje em dia, isso porque não possuem problemas com o efeito memória. Além disso, não são tóxicas.
Bateria “viciada”



A principal causa do chamado efeito memória é, sem dúvida, recarregar a bateria sem que ela tenha gasto toda sua carga ou então retirá-la da carga sem que esta esteja terminada por completo. O principal “efeito” do vício de bateria é a durabilidade reduzida da carga. Ou seja, se antes o seu celular podia ficar sem carregar por cinco dias e agora você precisa dar uma carga todo dia, pode ter certeza que a bateria do aparelho está viciada. Para maiores detalhes a respeito de baterias leia o artigo: “Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas”. Nos celulares da Nokia, por exemplo, é indicado que as três primeiras cargas na bateriam sejam de 8 horas. Já para os aparelhos da LG e Motorola, basta que a mensagem “Carga completa” apareça na tela.



Veja abaixo o tempo de carga para as marcas de celulares mais comuns no mercado:

• Nokia: 3x de 8 horas;
• Samsung: 1x de 4 horas;
• Gradiente: 3x de 4 horas;
• LG e Motorola: Até a mensagem "Carga completa" ser mostrada;

• Sony Ericsson: 1x 3 horas;

• Benq Siemens: 1x de 10 horas.


Vale lembrar que o celular deve estar desligado enquanto carrega, pelo menos na primeira carga da bateria. Também não é indicado retirar o aparelho da tomada, interrompendo assim o carregamento. A melhor coisa a se fazer em situações assim é ler o manual do aparelho. Algumas empresas disponibilizam versões mais atualizadas dos livretos explicativos em suas páginas na internet e você pode acessar tudo gratuitamente.


Por: Elaine Martins da Silva

Tecla Windows: veja do que ela é capaz

Postador por Francisco Coelho

Pouco utilizada pela maioria, tecla Windows pode facilitar a sua navegação.


Banda larga móvel já chegou em 11% das cidades brasileiras

Postador por Francisco Coelho


A banda larga móvel está presente em 11,3% dos municípios brasileiros em junho de 2009, atingindo 62% da população, de acordo com o primeiro Balanço da Banda Larga Móvel, feito pela fabricante de equipamentos de telecomunicações Huawei em parceria com a consultoria Teleco. Existem no País 4 milhões de aparelhos 3G em uso, ou 1,7% da base de usuários.

O estudo mostra que o Brasil está abaixo da média mundial de 5 acessos a cada 100 habitantes: a densidade é de 2,1 acessos de banda larga móvel a cada 100 habitantes, totalizando 4 milhões de acessos por mês. Para comparação, essa densidade é de 74 acessos/100 habitantes no Japão. A pesquisa indica que esse mercado deve crescer mais de 70% até 2014, com mais de 60 milhões de acessos.
Em comparação à banda larga fixa, a versão móvel deve ultrapassar o número de acessos no Brasil em 2011, em um atraso de dois anos em relação à média mundial. A pesquisa indica ainda que o acesso feito à internet móvel pelo celular já é maior que a feita usando modems: 2,1 milhões de aparelhos em uso, contra 1,8 milhão de modems no segundo trimestre de 2009.
A pesquisa mostra ainda que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados com maior percentual de municípios cobertos por tecnologias 3G.
Segundo a Huawei, os problemas da banda larga no País são a baixa oferta de serviços pré-pagos e o preço dos aparelhos, mas que tem um papel a cumprir na ampliação da banda larga no Brasil, incluindo seu uso em netbooks e smartphones.
O estudo define banda larga móvel como acessos feitos em redes móveis celulares com velocidades acima de 256 Kbps usando tecnologias como 3G e 3,5G (WCDMA, HSPA, Wi-Max ou EVDO).


Zumo Notícias

Saiba por que a computação quântica é o futuro

Postador por Francisco Coelho

Mais de 400 milhões de transistores são inseridos em chips dual-core fabricados usando o processo de 45nm da Intel. Isto em breve dobrará, de acordo com a Lei de Moore. E isto ainda será como computar com pedrinhas em comparação com a computação quântica.

A computação quântica é um assunto bem complicado - hummm, vejamos, mecânica quântica mais computadores. Vou tentar manter isto no nível básico, mas recentes descobertas como esta (http://tinyurl.com/m5sp4n) provam que você definitivamente deve começar a prestar atenção nela. Algum dia, no futuro, a computação quântica estará quebrando códigos, operando buscas pela internet e talvez, apenas talvez, fazendo funcionar os nossos painéis holográficos estilo Star Trek.
Antes de entrarmos na parte quântica, vamos começar somente com a parte "computação". Tudo se resume a bits. Eles são a estrutura básica da informação de computação. Eles têm dois estados - 0 ou 1, desligado ou ligado, falso ou verdadeiro, e por aí vai. Mas dois estados definidos é uma chave. Quando você junta um monte de bits, geralmente 8 deles, você consegue um byte. Como em kilobytes, megabytes, gigabytes e por aí vai.
As suas fotos digitais, músicas, documentos, tudo isso não passa de longas cadeias de 1s e 0s, segmentados em filamentos de 8 dígitos. Em função da sua estrutura binária, um computador clássico opera de acordo com uma certa lógica que a torna excelente para certos tipos de computação - as coisas genéricas e básicas que você faz todos os dias - mas não tão boa para outras, como encontrar gigantescos fatores primos (aquelas coisas das nossas antigas aulas de matemática), que são uma importante parte da quebra de códigos.
A computação quântica opera de acordo com um tipo diferente de lógica - ela de fato usa a regra da mecânica quântica para computar. Bits quânticos, chamados de qubits, são diferentes dos bits comuns porque eles não têm apenas dois estados. Eles têm múltiplos estados, ou melhor, superposições - eles podem ser 0 ou 1 ou 0-1 ou 0+1 ou 0 e 1, tudo ao mesmo tempo. É muito, muito mais profundo que o velho bit comum.
A capacidade de um qubit de existir em múltiplos estados - o combo de todos eles em superposição - abre uma porta incrivelmente grande de possibilidades para o poder computacional porque ele é capaz de fatorar números a velocidades insanamente maiores que os computadores comuns.
O emaranhamento - um estado quântico que dita as correlações estreitas entre os sistemas - é a chave para isto. É um troço bem difícil de se descrever, então eu pedi ajuda para o Boris Blinov, um professor do Grupo de Computação Quântica por Íons Capturados (http://depts.washington.edu/qcomp/) da Universidade de Washington. Ele usou o Gato de Schrödinger (http://tinyurl.com/5zzdou) para explicar: basicamente, se você tiver um gato dentro de uma caixa fechada e lançar gás venenoso lá dentro, o gato ou estará morto, 0, ou vivo, 1.
Até eu abrir a caixa para descobrir, ele existe em ambos os estados - uma superposição. Esta superposição é destruída quando eu a mensuro. Mas suponha que eu tenha dois gatos em duas caixas correlacionadas e eu aplico o mesmo processo. Se eu abrir uma caixa e o gato estiver vivo, isto significa que o outro gato também estará, mesmo que eu nunca tenha aberto aquela caixa. É um fenômeno quântico com uma correlação mais forte do que você consegue compreender em uma simples aula de física, e por causa disto você pode fazer algo como algoritmo quântico - mude uma parte do sistema e o resto responderá em consequência sem alterar o resto da operação. Isto é parte do motivo para ela ser mais veloz em certos tipos de cálculos.
A outra parte, explica Blinov, é que você consegue obter verdadeiro paralelismo na computação - ou seja, de fato processar um monte de informações em paralelo, "não como o Windows" ou mesmo outros tipos de computadores clássicos que prometem paralelismo.
Então, pra que a computação quântica serve?
Por exemplo, uma senha que levaria anos para se quebrar pela força bruta usando os computadores de hoje poderia levar poucos segundos com um computador quântico, então há um bocado de coisas malucas para as quais os governos (em especial o dos EUA) poderiam colocá-la em uso no campo da criptografia.
E também seria útil para os engenheiros de busca do Google, Microsoft e outras empresas, já que você pode buscar e indexar bancos de dados muito, muito mais rapidamente. E não devemos nos esquecer das aplicações científicas - não é nenhuma surpresa que os computadores clássicos sejam bem ruins para modelar mecânica quântica. Jonathan Home, do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA, sugere que, do jeito que anda a computação em nuvem, se você precisa executar um cálculo insano, é capaz de preferir alugar um mainframe quântico no quintal do Google.
O motivo para ainda não estarmos detonando com os computadores quânticos agora é que este lance quântico, neste momento, ainda é extremamente frágil. E sempre será, já que os estados quânticos não são exatamente robustos.
Estamos falando de trabalho com íons - em vez de elétrons - e, se você acha que o sobreaquecimento é um problema dos processadores atuais, você não faz a menor ideia. Na descoberta revelada pela equipe de Home no INCT (em inglês, pelo atalho http://tinyurl.com/lmx954) - completar um conjunto inteiro de operações quânticas de "transporte", deslocando informações de uma área do "computador" para outra - eles trabalharam com um único par de átomos, usando lasers para manipular os estados dos íons de berílio, armazenando os dados e executando uma operação antes de transferir esta informação para um diferente local no processador. O que permitia que funcionasse sem acabar com o processador e perder todos os dados devido ao calor eram os íons de magnésio refrigerando os íons de berílio conforme estes eram manipulados. E estes lasers têm limitação do quanto podem fazer. Se você quiser manipular mais íons, precisará acrescentar mais lasers.
Poxa, a computação quântica é tão frágil e desajeitada que, quando conversamos com o Home, ele disse que boa parte do esforço é voltado para bolar métodos de correção de erros. Em cinco anos, diz ele, nós provavelmente estaremos trabalhando com míseras dezenas de qubits. O estágio em que se encontra agora, diz Blinov, é "o equivalente a confeccionar um transistor confiável" de algumas décadas atrás.
Mas isso não quer dizer que estas poucas dezenas de qubits não serão úteis. Mesmo que elas não sejam alocadas para quebrar códigos na Agência de Segurança Nacional dos EUA - seriam necessários 10.000 qubits para uso em criptografia de alto nível - ainda é poder de computação quântica suficiente para calcular propriedades de novos materiais, coisa que seria difícil de modelar com um computador clássico.
Em outras palavras, os cientistas de materiais poderiam já na próxima década desenvolver um case para o iPhone 10G ou os primórdios do próximo processador cavalar da Intel usando computadores quânticos. Só não espere é um computador quântico na sua mesa de trabalho nos próximos 10 anos.
(Um agradecimento especial a Jonathan Home do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia e ao professor Boris Blinov da Universidade de Washington!)


Gizmodo

Algoritmo de computador decifra texto antigo

Postador por Francisco Coelho


Pesquisador aponta para manuscritos antigos: programa utiliza um algoritmo de reconhecimento de padrões semelhante ao aplicado pelas organizações policiais para identificar e comparar impressões digitais.

Pesquisadores de Israel desenvolveram um programa capaz de decifrar textos antigos anteriormente ilegíveis, abrindo caminho a um serviço de busca em estilo Google para documentos históricos.
O programa utiliza um algoritmo de reconhecimento de padrões semelhante ao aplicado pelas organizações policiais para identificar e comparar impressões digitais.
Mas nesse caso o programa identifica palavras, letras e até mesmo estilos de caligrafia, o que pouparia horas de estudo aos historiadores e religiosos.
Ao reconhecer esses padrões, o computador é capaz de recriar com grande precisão porções de texto que se tenham esmaecido ao longo do tempo ou até mesmo sido encobertas por textos de outros escribas, disse Itay Bar-Yosef, um dos pesquisadores da Ben-Gurion University of the Negev.
"Quanto mais textos o programa analisar, mais inteligente e preciso ele se torna", disse Bar-Yosef.
O computador trabalha com cópias digitais de textos, designando valores numéricos para cada pixel de escrita, dependendo de seu brilho. O programa separa a escrita do fundo, e em seguida identifica linhas, letras e palavras individuais.
Também analisa a caligrafia e o estilo de escrita, para que possa "preencher as lacunas" de caracteres manchados ou atenuados que de outra maneira seriam indiscerníveis, disse Bar-Yosef.
A equipe concentrou seu trabalho em antigos textos hebraicos, mas diz que o programa pode ser usado também pra analisar documentos em outros idiomas.
Os pesquisadores publicaram seu trabalho, que continua em desenvolvimento, em estudo na revista acadêmica Pattern Recognition, que sai em dezembro em versão impressa mas já está disponível online.
Um programa aberto ao uso de todos os acadêmicos deve estar pronto em dos anos, disse Bar-Yosef.
E bibliotecas de todo o mundo que estão se esforçando para digitalizar suas coleções afirmam que o programa pode acionar um sistema de buscas instantâneas em qualquer banco de dados digitalizados sobre antigos manuscritos.



Fonte: Info

GPS é usado para monitorar pacientes com dificuldades mentais

Postador por Francisco Coelho



Pacientes com doenças relacionadas à demência e seus familiares poderão ficar mais tranquilos e levar vidas próximas da normalidade. Um novo dispositivo GPS está sendo testado na cidade inglesa de Warwickshire para evitar que idosos se percam de suas famílias.



Pessoas com variados tipos de demência, como o Mal de Alzheimer ou mesmo a bastante comum esclerose, costumam ter lapsos de memória e podem se perder ao sair de casa por não se lembrarem de onde vieram ou quem são. Por isso, o serviço social de cuidado ao adulto da cidade inglesa de Warwickshire está distribuindo o aparelho para alguns pacientes selecionados.
O dispositivo, que é do tamanho de um relógio de pulso, acompanha todos os movimentos do paciente pelo Sistema de Posicionamento Global (GPS). Caso ele saia de uma zona pré-determinada por seus parentes, um alarme é enviado diretamente ao telefone de seus responsáveis.
Além de funcionar na rua o aparelho também será útil dentro de casa. Através de pequenos sensores sem fio anexados às portas da residência será possível conferir os locais por onde o paciente passou, se saiu de seu quarto, se foi até a cozinha, se ficou na sala.
De acordo com o site Daily Mail um homem identificado apenas como Pete resolveu entrar para o programa para ajudar seu pai, John, a ter uma vida melhor. John, que tem 71 anos, já foi resgatado pela polícia e por sua família diversas vezes depois de se perder.
"Papai sempre adorou dar longas caminhadas com o cachorro mas ele começou a se perder em outras partes da cidade", disse Pete. "Conversamos com papai a respeito do GPS e ele está feliz em usá-lo porque sente que está sendo cuidado mesmo quando não estamos lá", completa.
"Novas tecnologias estão dando uma maior liberdade e promovendo a independência das pessoas. Nosso trabalho nesse campo é para que elas tenham escolha e controle sobre como querem ser tratados, então podemos personalizar serviço para atender às suas necessidades¿ informou o dr. Graeme Betts, diretor de serviços comunitários e adultos de Warwickshire ao site Telegraph.
O site TechRadar cita um projeto anterior que ainda não chegou ao mercado, um tênis com GPS embutido que serviria para o mesmo propósito.



Geek

Mac de 1ª viagem: as diferenças para o ambiente Windows

Postador por Francisco Coelho

Pegamos duas pessoas não-acostumadas com o mundo da maçã para se virar com um Mac. Será que deu certo?



Que Mac e Windows possuem ambientes bem diferentes de navegação, quase todo mundo sabe. Os comandos, aplicativos, programas e funções variam bastante de um para o outro. Mas resolvemos colocar isso em prática e mostrar como um usuário Mac de primeira viagem consegue se virar. Veja, na matéria, como o pessoal daqui da redação se saiu nesse desafio de se adaptar ao mundo da maçã!


Fonte: Olhar Digital

Web completa 20 anos: veja toda a história!

Postador por Francisco Coelho




Já são mais de 200 milhões de sites, mais de 1 trilhão de URLs e quase 2 bilhões de usuários
O www completou, em 2009, 20 anos de existência. O "maluco" que inventou a rede mundial de computadores é um cientista inglês chamado Tim Berners Lee. Em duas décadas de vida, já são mais de 200 milhões de sites, mais de 1 trilhão de URLs e quase 2 bilhões de usuários. Quer saber toda a história da Internet? Então confira a matéria acima!

Agora... quer fazer uma viagem ao passado e visualizar a internet de anos atrás? No site WayBack Machine, você consegue acessar todos os sites da rede desde a sua criação. O Olhar Digital, por exemplo, já teve várias caras diferentes. Clique e confira. É, no mínimo, curioso!

Fonte: Olhar Digital

Teste o seu antivírus

Postador por Francisco Coelho

Veja se o software instalado está realmente oferecendo segurança ao seu computador
No teste a seguir, você pode simular alguns ataques de spywares ao seu computador e verificar se o seu antivírus está detectando essas invasões. Esta simulação é inofensiva, apesar de utilizar os mesmos caminhos que os vírus e spywares em seus ataques.
Faça os testes sugeridos AQUI e, ao final, clique AQUI e execute o programa sugerido para voltar o seu sistema ao ponto inicial.

Fonte: Olhar Digital

PC dentro de um aquário

Postador por Tiago Damasceno


Eis que surge um super casemod em forma de aquário. Sim!

É isso mesmo que você leu. Todos os componentes ficam bem visíveis e imersos em óleo mineral.

Pelo vídeo você acompanha todos os detalhes de criação.

Existem também alguns efeitos bacanas, como uma barra de bolhas.

Confira em leia mais os detalhes pelas imagens e vídeos.















Fonte: Puget Systems