Brasil recebe conferência sobre padronização na web
Postador por Francisco Coelho
O W3C (Consórcio World Wide Web), entidade com escritório brasileiro baseado na sede do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizará em 23 e 24 de novembro deste ano, em São Paulo, a 1ª Conferência Web W3C Brasil.

O evento, que deve receber 400 profissionais da área e ainda trazer convidados brasileiros e internacionais, promoverá debates e discussões sobre a evolução da web, a padronização de suas tecnologias e seu impacto na sociedade e cultura.
Diversos temas relacionados a tendências da web estarão presentes no evento. A programação incluirá abordagens sobre o benefício imediato e futuro do uso de padrões; acessibilidade e usabilidade; web semântica; mecanismos de busca; mobilidade; governo eletrônico; segurança e privacidade; modelos de negócios; redes sociais e computação em nuvem - cloud computing.
"Queremos reunir a comunidade atuante em tecnologias web para discutir como torná-la universal conforme o princípio do W3C: web para todos, em qualquer dispositivo, lugar, língua e cultura. Será ainda uma oportunidade para mostrar às organizações os benefícios do uso de padrões e apresentar os mais recentes como o HTML 5 e CSS 3", disse Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil.
Pesquisadores, desenvolvedores, usuários, empresas, agências digitais e mídias farão parte do público participante da conferência e podem submeter ao W3C temas e trabalhos para serem inclusos na programação do evento.
O evento ocorre no Hotel Blue Tree Towers Morumbi, em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas no site www.w3c.br.
Fonte: Terra

O evento, que deve receber 400 profissionais da área e ainda trazer convidados brasileiros e internacionais, promoverá debates e discussões sobre a evolução da web, a padronização de suas tecnologias e seu impacto na sociedade e cultura.
Diversos temas relacionados a tendências da web estarão presentes no evento. A programação incluirá abordagens sobre o benefício imediato e futuro do uso de padrões; acessibilidade e usabilidade; web semântica; mecanismos de busca; mobilidade; governo eletrônico; segurança e privacidade; modelos de negócios; redes sociais e computação em nuvem - cloud computing.
"Queremos reunir a comunidade atuante em tecnologias web para discutir como torná-la universal conforme o princípio do W3C: web para todos, em qualquer dispositivo, lugar, língua e cultura. Será ainda uma oportunidade para mostrar às organizações os benefícios do uso de padrões e apresentar os mais recentes como o HTML 5 e CSS 3", disse Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil.
Pesquisadores, desenvolvedores, usuários, empresas, agências digitais e mídias farão parte do público participante da conferência e podem submeter ao W3C temas e trabalhos para serem inclusos na programação do evento.
O evento ocorre no Hotel Blue Tree Towers Morumbi, em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas no site www.w3c.br.
Fonte: Terra
Empresas de tecnologia temem armazenar suas informações na internet
Postador por Francisco Coelho

Estudo nos EUA mostra que 51% dos executivos de companhias tecnológicas se preocupam com segurança dos dados armazenados na rede.
O discurso de marketing dos fornecedores a respeito das maravilhas proporcionadas pelo cloud computing (computação em nuvem) não tem sido suficiente para estimular a adoção do modelo. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela CIO nos Estados Unidos, o qual aponta que os decisores da área de tecnologia das organizações estão mais preocupados em entender os benefícios e os problemas de segurança ligados a esse tipo de modelo do que estavam há um ano.
O levantamento, realizado com 240 decisores de tecnlogia da informação ao longo do mês de junho de 2009, mostra que as dúvidas dos executivos em relação às questões de segurança, gestão de dados, retorno sobre investimento e legislação cresceram em comparação com a mesma pesquisa feita em agosto de 2008.
No atual estudo, 51% dos entrevistados disseram que estão preocupados com os problemas de segurança que podem ser gerados pela adoção da computação em nuvem. No levantamento realizado no último ano, esse índice era de 45%. Da mesma forma, a questão de perder o controle sobre os dados foi citada como um ponto negativo para 37% dos executivos que responderam à atual pesquisa, contra 26% em 2008.
Por fim, a preocupação sobre o cálculo do ROI (retorno sobre investimento) e do custo total de propriedade foi citada por 17% dos profissionais ouvidos no estudo recente – contra 11% no último ano.
Thomas Wailgum, da CIO, dos EUA
O discurso de marketing dos fornecedores a respeito das maravilhas proporcionadas pelo cloud computing (computação em nuvem) não tem sido suficiente para estimular a adoção do modelo. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela CIO nos Estados Unidos, o qual aponta que os decisores da área de tecnologia das organizações estão mais preocupados em entender os benefícios e os problemas de segurança ligados a esse tipo de modelo do que estavam há um ano.
O levantamento, realizado com 240 decisores de tecnlogia da informação ao longo do mês de junho de 2009, mostra que as dúvidas dos executivos em relação às questões de segurança, gestão de dados, retorno sobre investimento e legislação cresceram em comparação com a mesma pesquisa feita em agosto de 2008.
No atual estudo, 51% dos entrevistados disseram que estão preocupados com os problemas de segurança que podem ser gerados pela adoção da computação em nuvem. No levantamento realizado no último ano, esse índice era de 45%. Da mesma forma, a questão de perder o controle sobre os dados foi citada como um ponto negativo para 37% dos executivos que responderam à atual pesquisa, contra 26% em 2008.
Por fim, a preocupação sobre o cálculo do ROI (retorno sobre investimento) e do custo total de propriedade foi citada por 17% dos profissionais ouvidos no estudo recente – contra 11% no último ano.
Thomas Wailgum, da CIO, dos EUA
Buscas na web crescem 41% em um ano
Postador por Francisco Coelho

A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas no mundo.
A quantidade de buscas na internet realizadas no mês de julho atingiu 113 bilhões no mundo, 41% a mais que no mesmo período de 2008, de acordo com estudo divulgado pela consultoria comScore nesta segunda-feira (31/8).
A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas - 32,1% do total -, seguida pela Ásia/Pacífico (30,8%) e América do Norte (22,1%). A América Latina aparece na quarta posição, com uma fatia de 9,3%.
Em busca per capita, no entanto, o mercado latino-americano lidera, com uma média de buscas de 130,4 pesquisas por internautas em julho de 2009, superior ao índice global, de 103,3. O segundo posto é ocupado pela Europa ( 116,9%). Na terceira posição está a América do Norte ( 110,6%) e em quarto, a Ásia/Pacífico (84,7%).
Segundo a comScore, o Google permanece como líder nesse mercado, com 67,5% de participação, somando 76,7 bilhões de buscas feitas a partir de seu mecanismo em julho deste ano. Em um ano, o total de pesquisas no buscador cresceu 58%.
Já o Yahoo registrou 8,9 bilhões de buscas, o que lhe garantiu uma participação de 7,8% no mercado. Na sequência está o mecanismo chinês Baidu, com 8 bilhões de pesquisas, ou 7% do setor. A Microsoft veio em seguida, com 3,3 bilhões de buscas pelo mundo feitas no seu mecanismo Bing.
A comScore considerou internautas com 15 anos de idade ou mais, conectados de suas residências ou do trabalho. A avaliação inclui mais de 150 mecanismos de buscas em 37 países.
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